Quem não gostava das velhinhas jukeboxes que existiam - há já tantos anos! - algures espalhadas pelos bares e cafés do país? Pois aqui, neste singelo blogue, sem ter de colocar moeda, vai ter hipóteses de, dia após dia, ouvir (e ver!) alguns temas musicais - clássicos ou actuais - que, por esta ou aquela razão, ficaram no nosso imaginário.
Como canta Rihanna, “Don´t stop the music”!
Como sugere David Bowie “Let´s dance”!
O convite está feito! Fique connosco que vai valer a pena!
Eleanora Fagan Gough - nascida em Filadélfia, a 7 de Abril de 1915, e falecida em Nova Iorque, a 17 de Julho de 1959 - mais conhecida pelo nome artístico Billie Holiday ou Lady Day, foi uma cantora e compositora norte-americana de jazz. É considerada a maior de todas as cantoras do jazz.
Biografia
Infância
Eleanora Fagan Gough nasceu a 7 de Abril de 1915, em Filadélfia (Pensilvânia) e foi criada em Baltimore por pais adolescentes. Quando nasceu, o seu pai, Clarence Holiday, tinha quinze anos de idade e a sua mãe, Saddy Fagan, apenas treze. O seu pai, guitarrista e "banjoista", abandonou a família quando Billie ainda era bebé, seguindo viagem com uma banda de jazz. A sua mãe, também inexperiente, frequentemente a deixava com familiares. Em suma, Billie teve uma infância difícil.
Menina americana negra e pobre, Billie passou por todos os sofrimentos possíveis. Aos dez anos foi violentada sexualmente por um vizinho, e internada numa casa de correção para meninas vítimas de abuso. Aos doze, trabalhava lavando o chão de prostíbulos. Aos catorze anos, morando com a sua mãe em Nova Iorque, caiu na prostituição.
Carreira
A sua vida como cantora começou em 1930. Estando mãe e filha ameaçadas de despejo por falta de pagamento da sua moradia, Billie saiu para a rua, em desespero, na busca de algum dinheiro. Entrando um bar do Harlem, ofereceu-se como dançarina, revelando-se um desastre. Penalizado, o pianista perguntou-lhe se sabia cantar. Billie cantou e saiu com um emprego fixo.
Billie nunca teve educação formal em termos musicais. A sua aprendizagem deu-se ouvindo Bessie Smith e Louis Armstrong.
Após três anos cantando em diversas casas, atraiu a atenção do crítico John Hammond, através de quem gravou o seu primeiro disco, com a big band de Benny Goodman. Era o início real da sua carreira. Começou, depois, a cantar em casas nocturnas do Harlem (Nova Iorque), onde adoptou o seu nome artístico (Billie Holiday).
Billie cantou com as big bands de Artie Shaw e Count Basie. Foi uma das primeiras negras a cantar com uma banda de brancos, numa época de segregação racial nos Estados Unidos (anos 1930). Consagrou-se apresentando-se com as orquestras de Duke Ellington, Teddy Wilson, Count Basie e Artie Shaw, e ao lado de Louis Armstrong. Billie Holiday foi uma das mais comoventes cantoras de jazz de sua época. Com uma voz etérea, flexível e levemente rouca, A sua dicção, o seu fraseado, a sensualidade à flor da voz, expressando incrível profundidade de emoção, aproximaram-na do estilo de Lester Young, com quem, em quatro anos, gravou cerca de cinquenta canções, repletas de swing e cumplicidade. Lester Young foi quem a apelidou de "Lady Day".
A partir de 1940, apesar do seu sucesso, Billie Holiday, sucumbiu ao álcool e às drogas, passando por momentos de depressão, o que se refletia na sua voz.
Pouco antes da sua morte, Billie Holiday publicou a sua autobiografia em 1956, "Lady Sings the Blues", a partir da qual foi feito um filme, em 1972, tendo sido Diana Ross a interpretá-la.
Morte
No início de 1959, Billie soube que tinha cirrose hepática. O médico disse-lhe para parar de beber, o que fez por pouco tempo, mas logo voltou a beber em excesso. Em Maio, já tinha perdido quase dez quilos. Os seus amigos Leonard Feather, Joe Glaser e Allan Morrison tentaram levá-la para um hospital, mas ela recusou.
A 31 de Maio de 1959, Billie foi levada para o Hospital Metropolitano, em Nova Iorque, com problemas hepáticos e cardíacos. Recebeu voz de prisão por posse de drogas enquanto estava no hospital, morrendo, tendo o seu quarto sido invadido pelas autoridades. Policiais ficaram de guarda na porta do seu quarto. Billie Holiday permaneceu sob guarda da polícia no hospital até que morreu de edema pulmonar e insuficiência cardíaca causada por cirrose hepática, a 17 de Julho de 1959.
Nos últimos anos de vida, Billie tinha sido progressivamente enganada nos seus ganhos e morreu com 70 centavos de dólar no banco e 750 dólares (pagos por um tablóide) por um artigo sobre a sua pessoa. A cerimónia fúnebre foi realizada na Igreja do Apóstolo São Paulo, em Nova Iorque.
Gilbert Millstein, do jornal The New York Times, que tinha sido o narrador dos shows de Billie Holiday no Carnegie Hall, em 1956, e escrito parte da contracapa do álbum "O Essencial de Billie Holiday", descreveu a sua morte na contracapa do mesmo álbum, relançado em 1961:
"Billie Holiday morreu no Hospital Metropolitano, em Nova Iorque, na sexta-feira, 17 de Julho de 1959, na cama em que havia sido presa pouco mais de um mês antes, já mortalmente doente, por posse ilegal de narcóticos; no quarto de onde um policial se tinha retirado - por ordem judicial - apenas algumas horas antes da sua morte, que, como a sua vida, foi desordenada e lamentável. Tinha sido belíssima, mas desgastou-se fisicamente a uma reduzida e grotesca caricatura de si mesma. Os vermes de todos os tipos de excesso - drogas eram apenas um deles - tinham-na devorado... A probabilidade existe de que - entre os últimos pensamentos desta mulher cínica, sentimental, profana, generosa e muito talentosa de 44 anos - estava a crença de que seria acusada na manhã seguinte. Tal situação teria vindo, eventualmente, a ocorrer, embora talvez não tão rapidamente. Em qualquer caso, Billie retirou-se, finalmente, da jurisdição de qualquer tribunal terreno."
Encontra-se sepultada no Saint Raymonds Cemetery New, no Bronx (Nova Iorque), nos Estados Unidos.
Músicas de sua autoria
"Billie's Blues" (1936)
"Don't Explain" (1944)
"Everything Happens For The Best" (1939)
"Fine and Mellow" (1939)
"God Bless the Child" (1941)
"Lady Sings the Blues" (1956)
"Long Gone Blues" (1939)
"Now or Never"(1949)
"Our Love Is Different" (1939)
"Stormy Blues" (1954)
Interpretou ainda "Strange Fruit"
Nota: o presente post recolheu informação da Wikipedia, do Youtube e letrasmusica.br
Billie Holiday Strange Fruit
Southern trees bear strange fruit,
Blood on the leaves and blood at the root,
Black bodies swinging in the southern breeze,
Strange fruit hanging from the poplar trees.
Pastoral scene of the gallant south,
The bulging eyes and the twisted mouth,
Scent of magnolias, sweet and fresh,
Then the sudden smell of burning flesh.
Here is fruit for the crows to pluck,
For the rain to gather, for the wind to suck,
For the sun to rot, for the trees to drop,
Here is a strange and bitter crop.
Benjamin Sainte-Clémentine (pronúncia: /ˈbɛndʒəmɪn ˈsən ˈkləməntɪn) - nascido em Londres, a 7 de Dezembro de 1988 - é um artista, poeta, compositor inglês.
Benjamin cresceu no Norte de Londres e viveu um período da sua vida em França, antes de retornar a Inglaterra. Ao se mudar para a capital francesa, viveu como um adolescente sem-abrigo. Os seus pequenos shows em bares ajudaram-no a tornar-se uma figura importante no cenário musical e artístico. Depois da sua mudança de volta para Londres, fez a sua estreia na TV, na BBC, no programa Later de Jools Hooland, em 2013.
A maior parte dos críticos têm honrado Benjamin, citando-o e descrevendo-o como um homem de rara inteligência, excelente pianista, profunda musicalidade e com carisma no palco. No entanto, encontraram dificuldades para adequar a sua música num único gênero específico, muitas vezes situava-se além da categoria especificada. Ainda assim, o seu alcance vocal, capacidade e dicção tem sido comparada com a de Nina Simone e Antony Hegarty. O seu estilo intenso de cantar lembra o de Edith Piaf.
As composições de Benjamin Clementine são musicalmente vigorosas e sintonizam problemas da vida misturadas com uma revolta poética tomada de amor e melancolia, com um lirismo sofisticado, gírias, gritos, e a declamação de versos rimados ou monológos em prosa. Benjamin deixou de se apresentar em concertos com muito públixo, passando a realizar rapresentações com músicas orquestradas e trechos declamados, rompendo com uma estrutura musical tradicional para inventar um modo próprio de se apresentar com drama e inovação. Usualmente, actua num palco preto ou cinza escuro, usando um casaco de lã, sem camisa por baixo, com os pés descalços.
Nota: o presente post recolheu informação da Wikipedia, do Youtube e letrasmusica.br
Benjamin Clementine
Cornerstone
I am alone in a box of stone
When all is said and done
As the wind blows to the east from the west
Unto this bed, my tears have their solemn rest
I am lonely, alone in a box of stone
They claim they loved me but they all lieing
I am lonely alone in a box of my own
And this is the place, I now belong
Its my home, home, home, home home home home home
It wasnt easy getting used to this
I use to scream
Its not true, that its only when the door is locked
That nobody enters
Cuz mine has been open till your demise
But none had come, well who am I
What have I done wrong?
Ive been lonely, alone in a box of my stone
They claim to be near me but they were all lying, its not true
Ben E. King, nome artístico de Benjamin Earl Nelson - nascido em Henderson, a 28 de Setembro de 1938, e falecido em Hackensack, a 30 de Abril de 2015 - foi um cantor de Soul norte-americano.
Nasceu em Henderson (Carolina do Norte), mas mudou-se para o Harlem, em Nova Iorque, com a idade de 9 anos. Ficou mais conhecido como vocalista e co-compositor da música "Stand by Me" do álbum "Don't Play That Song" gravado em 1961 e lançado em 1962 pela gravadora Atco Records.
Biografia
Ben E. King começou como cantor de soul no início dos anos 60. Em 1958, Ben Nelson juntou-se a um grupo de "doo wop" chamado "The Five Crowns". Mais tarde, naquele ano, o agente dos "The Drifters" despediu todos os membros da banda e trocou-os pelo pessoal dos "The Five Crowns". Nelson ajudou a escrever "There Goes My Baby", o primeiro sucesso dessa nova versão dos "The Drifters". Também fez o vocal solo em "Save the Last Dance for Me", uma canção escrita por Doc Pomus e Mort Shuman. Cantou, também, em "Dance With Me", "This Magic Moment", "I Count the Tears" e "Lonely Winds". Em suma, Ben E. King gravou dez canções com os "The Drifters".
Em 1960, deixou os "The Drifters" após não ter conseguido um aumento de salário. Foi nesta altura que assumiu o nome de Ben E. King em preparação para a sua carreira a solo. Permanecendo na Atlantic Records, King acertou no seu primeiro sucesso com estilo: a balada "Spanish Harlem" (1961). "Stand by Me" foi a gravação sguinte. Escrita por King juntamente com Jerry Leiber e Mike Stoller,
"Stand by Me" foi votada com uma das Canções do Século pela "Recording Industry Association of America".
"Stand by Me" e "Spanish Harlem" foram nomeadas como duas das "500 Canções que Moldaram o Rock and Roll" pelo "The Rock and Roll Hall of Fame" e, ambas, ganharam um "Grammy Hall of Fame Award".
Os seus outros clássicos são "Don't Play That Song (You Lied)" (que foi regravada por Aretha Franklin), "Love", "Seven Letters", "How Can I Forget", "On the Horizon", "Young Boy Blues", entre muitas outras canções.
As gravações de King continuaram indo bem até 1964. Foi então que as bandas pop inglesas começaram a dominar o cenário musical. No entanto, King continuou a fazer sucesso no "R&B". No verão de 1963, Ben E. King colocou uma canção entre as 30 mais: a poderosa "I (Who Have Nothing)", (mais tarde regravada pelos Status Quo). Outros sucessos foram: "What is Soul?" (1967), "Supernatural Thing, part 1" (1975), e a reedição, em 1986, de "Stand by Me", que fez parte da trilha-sonora do filme com o mesmo nome - em Portugal e no Brasil, "Conta Comigo" - baseado no conto "The Body" de Stephen King.
Em 1998, gravou um álbum infantil intitulado "I Have Songs In My Pocket", escrito e produzido por Bobby Susser, o qual ganhou um prêmio "Best Vacation Products Award For Children". Em 2007, King apresentou "Stand By Me" no programa "Late Show with David Letterman". Ahmet Ertegün disse que King tinha uma das grandes vozes na história do Soul.
Até à sua morte, King trabalhou na sua fundação: a "Stand By Me Foundation".
Ben E. King morreu no dia 30 de Abril de 2015, aos 76 anos, de artereosclerose coronária.
Discografia
Álbuns
Spanish Harlem (1961, Atco) US: #57 UK: #30
Ben E. King Sings for Soulful Lovers (1962)
Don't Play That Song! (1962)
Young Boy Blues (1964)
Ben E. King's Greatest Hits (1964)
Seven Letters (1965)
What Is Soul (1967)
Rough Edges (1970, Maxwell)
The Beginning of It All (1972, Mandala)
Supernatural (1975, Atlantic) US: #39
I Had a Love (1976)
Rhapsody (1976)
Let Me Live in Your Life (1978)
Music Trance (1980)
Street Tough (1980)
Save the Last Dance for Me (1987, EMI-Manhattan)
Stand by Me: The Ultimate Collection (1987, Atlantic) UK: #14
What's Important to Me (1991, Ichiban)
Anthology (1993, Rhino)
Shades of Blue (1993, Half Note)
I Have Songs in My Pocket (1998, Bobby Susser)
The Very Best of Ben E. King (1998, Rhino) UK: #15
Eleven Best (2001, Cleopatra)
Person To Person: Live At The Blue Note (2003, Half Note)
Soul Masters (2005, Digital Music Group)
I've Been Around (2006, True Life)
Love Is Gonna Get You (2007, Synergy)
Heart & Soul (2010–2011, CanAm Records)
Outros Álbuns
Benny & Us (1977) US: #33 [King guest starred on an album by the Average White Band]
The Atlantic Family Live in Montreux (1977) [A recording involving the Average White Band and other artists]
Soul Meeting (1968) [as a member of the Soul Clan]
Canções (Singles) com The Drifters
"There Goes My Baby" (1959) R&B: #1 US: #2 with The Drifters
"Oh My Love (1959) with The Drifters
"Dance With Me" (1959) R&B: #2 US: #15 UK: #17 with The Drifters
"This Magic Moment" (1960) R&B: #4 US: #16 with The Drifters
"Lonely Winds" (1960) R&B: #9 US: #54 with The Drifters
"Save The Last Dance For Me" (1960) R&B: #1 US: #1 UK: #2 with The Drifters
"Nobody But Me" (1960) with The Drifters
"I Count the Tears" (1960) US: #17 UK: #28 with The Drifters
"Sometimes I Wonder" (1962) with The Drifters
Canções Solo (Solo Singles)
"Brace Yourself (1960, Atco)
"Show Me the Way" (1960, Atco)
"A Help Each Other (1960, Atlantic) with Lavern Baker
"How Often" (1960, Atlantic) with Lavern Baker
"Spanish Harlem (1961, Atco) R&B: #15 US: #10
"First Taste of Love" (1961) US: #53 UK: #27 (b-side of "Spanish Harlem")
"Stand by Me" (1961) R&B: #1 US: #4 UK: #27
"Amor" (1961) R&B: #10 US: #18 UK: #38
"Young Boy Blues" (1961) US: #66
"Here Comes the Night" (1961) US: #81 (b-side of "Young Boy Blues")
"Ecstasy" (1962) US: #56
"Don't Play That Song (You Lied)" (1962) R&B: #2 US: #11
"Auf Wiedersehen, My Dear (1962)
"Too Bad" (1962) US: #88
"I'm Standing By" (1962) US:#111
"Tell Daddy" (1962) US:#122 R&B: #29
"How Can I Forget" (1963) R&B: #23 US: #85
"I (Who Have Nothing)" (1963) R&B: #16 US: #29
"I Could Have Danced All Night" (1963) US: #72
"What Now My Love" US:#102(1964)
"That's When It Hurts" (1964)
"What Can A Man Do" (1964) US:#113
"It's All Over" (1964) US: #72
"Around The Corner" (1964) US:#125
"Seven Letters" (1965) R&B: #11 US: #45
"The Record (Baby I Love You)" (1965) Pop: #84
"She's Gone Again" (1965) US:#128
"Cry No More" (1965)
"Goodnight My Love" (1965) US: #91
"So Much Love" (1966) US: #96
"Get In a Hurry" (1966)
"I Swear By Stars Above" (1966) R&B: #35 (b-side of "Get in a Hurry")
"They Don't Give Medals to Yesterday's Heroes" (1966)
"What Is Soul?" (1966) R&B: #38 (b-side of "They Don't Give...")
"A Man Without a Dream (1967)
"Tears, Tears, Tears" (1967) R&B: #34 US: #93 (b-side of "A Man Without...")
"Katherine" (1967)
"Don't Take Your Sweet Love Away" (1967) R&B: #44
"We Got a Thing Goin' On" (1968) with Dee Dee Sharp US:#127
"Don't Take Your Love from Me" (1968) US:#117
"Where's the Girl" (1968)
"It Ain't Fair" (1968)
"Til' I Can't Take It Anymore" US:#134
"Hey Little One" (1969)
"I Can't Take It Like a Man" (1970, Maxwell)
"Take Me to the Pilot" (1972, Mandala)
"Into the Mystic" (1972)
"Spread Myself Around" (1973)
"Supernatural Thing, Part 1" (1975, Atlantic) R&B: #1 US: #5
"Do It in the Name of Love" (1975) R&B: #4 US: #60
"We Got Love" (1975)
"I Had a Love" (1975) R&B: #23 (b-side of "We Got Love")
"I Betcha you Didn't Know" (1976)
"Get It Up" (1977) with Average White Band
"A Star in the Ghetto" (1977) R&B: #25 with Average White Band
"Fool for You Anyway" (1977) with Average White Band
"I See the Light" (1978)
"Fly Away to My Wonderland" (1978)
"Music Trance" (1979) R&B: #29
"Street Tough" (1981)
"You Made the Difference in My Life" (1981)
"Stand By Me [re-issue]" (1986) US: #9 UK: #1
"Spanish Harlem [re-issue]" (1987)
"Save the Last Dance for Me" [re-recorded] (1987, EMI-Manhattan) UK: #69
"What's Important to Me" (1991, Ichiban)
"You've Got All of Me" (1992)
"You Still Move Me" (1992)
"4th of July" (1997, Right Stuff)
Nota: o presente post recolheu informação da Wikipedia, do Youtube e letrasmusica.br
Ana Carolina Souza, popularmente conhecida por Ana Carolina - nascida em Juiz de Fora, a 9 de Setembro de 1974 - é uma cantora, compositora, empresária, arranjadora, produtora e instrumentista brasileira. Conquistou quatro vezes o Prémio Multishow de Música Brasileira, três vezes o Troféu Imprensa e uma vez o Prêmio TIM de Música. O primeiro disco saiu em 1999. Já lançou nove álbuns e cinco Digital Versatile Disc, vendendo cinco milhões de discos; consagrando-se como uma das cantoras que mais vendeu na década de 2000.
Do seu primeiro álbum, "Ana Carolina", lançou o single "Garganta", marco na sua carreira. Com os sucessivos álbuns lançados, Ana Carolina conta com inúmeras canções de sucesso, entre as quais: "Quem de Nós Dois", "Encostar Na Tua", "Uma Louca Tempestade", "Rosas" e "Carvão". Em 28 de Novembro de 2005, a partir do projecto promovido pela casa de espetáculos "Tom Brasil", Ana Carolina e Seu Jorge lançaram, juntos, um álbum, "Ana & Jorge: Ao Vivo", do qual foram extraídas as canções "Pra Rua Me Levar" e, o grande sucesso, "É Isso Aí (The Blower's Daughter)".
Em 2009, a cantora completou dez anos de carreira, lançando o álbum "N9ve", no qual se destacaa canção "Entreolhares (The Way You’re Looking at Me)", num dueto com o cantor, compositor e pianista americano John Legend. A canção alcançou o topo da Billboard Hot Songs (Rio de Janeiro), e o 34° na Billboard Hot 100 Airplay.
No mesmo ano, lançou a colectânea de canção, "Ana Car9lina + Um", com duas canções inéditas e a participação de vários cantores, entre eles, Maria Gadú, Maria Bethânia, Roberta Sá, Totonho Villeroy, entre outros. Nesse mesmo ano, a cantora iniciou a tournée mundial do álbum. Em 2015, foi lançado em DVD a gravação do "Show #AC", gravado em 25 de Outubro de 2014 em São Paulo.
Em 2016, a cantora retomou a parceria com o cantor Seu Jorge, lançando a música "Mais Uma Vez (nós dois)" e saindo com a tournée "Ana & Jorge" pelo Brasil, para alegria dos fãs que esperaram onze anos para rever essas duas estrelas da música brasileira juntas, novamente.
Biografia
Logo aos dois meses de idade, Ana Carolina perdeu o pai, que morreu de trombose. Ana declarou que, possivelmente, é fruto de uma traição da sua mãe, ao dar uma entrevista referindo-se a uma música sua que recebeu o mesmo nome "Traição" no mais recente álbum, "N9ve". Ana tem uma irmã chamada Selma, que é catorze anos mais velha, e também um irmão. A sua influência musical vem de família - a avó cantava na rádio, obtendo bastante sucesso; o avô em igreja e os tios-avós tocavam instrumentos de percussão, piano, cello e violino.
“Dizem as más linguas, que ela teve um affair com o forrozeiro Luiz Gonzaga, quando ele era soldado em Juiz de Fora, ele era soldado raso – mas não me pergunte se foi antes ou depois de meu avô.”
A mãe era proprietária de um salão de cabeleireiro e Ana fazia do local o seu palco, usava como microfone um rolo de cabelo e cantava versos de Caetano Veloso, entre outros. Morava no bairro Granbery, e estudou no Instituto Granbery da Igreja Metodista a maior parte da vida
Aos doze anos, começou a interessar-se por música e aprendeu a tocar violão sozinha, apenas ouvindo, inspirada pelo também mineiro João Bosco
Com dezasseis anos descobriu ter diabetes, depois de emagrecer seis quilos de uma hora para a outra e ter enjoos. Depois de ser internada, descobriu a doença quando a glicemia chegou a seiscentos. Esse facto deixou Ana muito abalada e triste, pois a doença restringe-lhe muitas coisas na parte alimentar, tendo que estar sempre a tomar remédios.
Ana Carolina cresceu ouvindo ícones da música brasileira, como Chico Buarque, João Bosco e Maria Bethânia; e, da música internacionl, Nina Simone, Björk e Alanis Morissette. Ainda na adolescência, iniciou a carreira de cantora apresentando-se em bares da sua cidade natal. Conhecida pelo registo vocal grave ou contralto, pode, porém, alcançar notas relativamente agudas, tendo, portanto, uma grande extensão vocal. Isso ajudou-a muito na carreira, permitindo-lhe interpretar uma ampla variedade de músicas e estilos.
Desde a sua adolescência que é assumidamente bissexual, dizendo achar natural gostar e envolver-se afectivamente com homens e mulheres. Desde 2014 que é apontada como a namorada da actriz Letícia Lima. Segundo a imprensa especializada, moram juntas, mas apenas assumiram o namoro para amigos e familiares.
Carreira
Início
Começou a cantar profissionalmente aos 18 anos nos barzinhos da cidade com o repertório de Jobim, Chico, Ary Barroso e outros clássicos. Em entrevista, Ana diz que a experiência em bares foi, para ela, uma escola. Além de cantar sucessos da rádio, cantava outras canções.
Foi assim que Ana Carolina conheceu Luciana David e Keley Lopes, duas estudantes de Comunicação, que gostaram tanto do que ouviram que se tornaram suas empresárias. Então, começaram a surgir convites de mais bares nas cidade vizinhas e, acompanhada sempre pelo amigo e percussionista Knorr, rodou alguns quilômetros da Zona da Mata mineira. Nesse tempo, Ana começou a compor, contudo essas canções não foram interpretadas na época.
Ana fez um cursinho pré-vestibular no Colégio e Curso Meta ingressando na faculdade de Letras, na Universidade Federal de Juiz de Fora, onde esteve pouco tempo.
Conforme o tempo foi passando, Ana ia se tornando mais conhecida, até ao dia em que foi convidada para participar em eventos maiores, como na abertura do concerto da Orquestra Internacional de Ray Conniff, em 1997.
Posteriormente, o italiano Máximo Pratesi convidou alguns artistas para se apresentarem em Roma. Além de Ana, convidou o grupo de MPB da cidade, os Lúdica Música. No Rio, onde assinariam o contrato, Pratesi descobre que Ana era diabética, desistindo de fechar o negócio por puro preconceito, o que deixou Ana decepcionada.
"Fiquei triste num primeiro momento, mas depois agradeci por não ter ido, pois o fato de eu ter ficado aqui me permitiu crescer e amadurecer na música, a ponto de gravar meu primeiro disco anos depois e ser sucesso no Brasil.”
Depois de realizar várias apresentações em Belo Horizonte, um rapaz chegou ao camarim com a letra de uma música que compôs enquanto assistia ao seu espectáculo. Esse rapaz era o compositor gaúcho, José Antônio Franco Villeroy que se tornaria um dos melhores amigos e parceiros de Ana, a música era "Garganta" - música que foi o primeiro sucesso da carreira da cantora.
"Depois me lembrei que conhecia Totonho, eu tinha ido a um show dele no Rio, no Mistura Fina e adorei, tanto que comprei os dois discos independentes dele.", recorda.
Quando vinha cantar ou passear no Rio, Ana, muitas vezes, ficava hospedada na casa da amiga Cássia Eller.
As músicas de Ana sempre alcançaram grande sucesso com o público, o que lhe perm estar entre as cantoras maisconsagradas do país.
"Ana Carolina"
Em 1998, apresentou -seno Hipódromo e no bar Mistura Fina. Na platéia estava a neta de Vinicius de Moraes, Luciana, que lhe entregou uma fita demo. Depois de quinze dias, Ana estava com proposta de duas gravadoras. Contudo, assinou o contrato com a BMG. Isso fez com que ela se mudasse para o Recreio dos Bandeirantes, e começasse a produzir o primeiro álbum, "Ana Carolina".
Naquele ano, duas canções desse trabalho foram escolhidas para integrar duas trilha sonoras de novelas da TV Globo: "Garganta" em "Andando nas Nuvens" e "Tô Saindo" em "Vila Madalena".
"Ana Rita Joana Iracema e Carolina"
Em Abril do mesmo ano, lançou o segundo álbum, "Ana Rita Joana Iracema e Carolina", com onze letras compostas por ela. As várias mulheres criadas por Chico Buarque, fazem parte do título do álbum, como uma homenagem que a cantora faz ao seu grande ídolo.
O álbum vendeu 100 mil cópias e ficou com duas semanas como o 2° mais vendido no Rio de Janeiro e São Paulom 15 dias foi contemplado com o disco de ouro, depois de platina, ultrapassando a marca de 300 mil cópias. "Quem de NósDois (La Mia Storia Tra le Dita)", versão de Ana e Dudu Falcão para um sucesso italiano dos anos 1990, fez parte da trilha de mais uma novela das 7, Um Anjo Caiu do Céu.
No 1° de Maio de 2001, às cinco da manhã, Ana saía do apartamento de Paulinho Moska, no Leblon, em direcção ao seu na Barra, quando, na Av. das Américas, perdeu o controle do seu Mercedes-Benz Classe A, que colidiu contra um poste. Ainda lúcida, foi resgatada e levada para a UTI do Hospital Barra D'Or. Ana sofreu fractura na tíbiNoa e um corte na cabeça, um pouco acima da orelha, onde foram necessários 30 pontos. Em consequência disso, o início da tournée foi adiado.
"Estampado"
Em Agosto de 2003, lança o seu terceiro álbum, baptizado de "Estampado". Ana confessa que este disco "tem a sua cara". O CD é mais rock'n'roll, o violão nervos o de Ana guia todos os batimentos. São 13 canções próprias e novos parceiros, como Chico César e Seu Jorge. Em Outubro de 2003, Ana lança o DVD "Estampado", um documentário que exibe os bastidores da gravação do álbum, a fase de composições, gravação e finalização, conversas com João Bosco, Chico Buarque e Maria Bethânia, entre outros.
"Estampado" obteve vendagem de 100 mil cópias. O álbum foi considerado o melhor da sua carreira e por todos os cantos se ouvia Ana Carolina, tanto que recebeu um disco de ouro em 2004.
Lançou o segundo DVD, "Estampado - Um Instante Que não Para", gravado no Claro Hall, actuando para um público de nove mil pessoas. Nessa versão, encontramos as canções "Vestido Estampado", "Sinais de Fogo", "Outra Vez" e "Eu Gosto é de Mulher", sucesso de vinte anos atrás do grupo Ultraje a Rigor, agora transformado em discurso gay. Paralelamente, foi lançado o DVD "Estampado", que mostra o processo de criação do álbum.
"Perfil vol. 1"
Em 2005, chegou ao mercado "Perfil vol. 1", colectânea de sucessos que logo alcançou o lugar mais alto no ranking dos mais procurados, com mais de 320 mil cópias vendidas. O álbum rendeu a Ana três certificados: Platina, Platina Duplo e Diamante, nesse mesmo ano de lançamento. No Brasil, foi o quarto CD mais vendido de 2007.
"Ana & Jorge"
"Ana & Jorge", foi gravado durante o projecto "Tom Acústico" de 2004, promovido pela casa de espectáculos paulistana Tom Brasil (Hoje HSBC Brasil), que reúne artistas de diferentes géneros musicais, mas com grandes afinidades. O espectáculo rendeu um álbum e um DVD, intitulado "Ana & Jorge", lançado pela gravadora Sony no ano seguinte, obtendo óptima receptividade quer junto do público quer da crítica. O single "É Isso Aí (The Blower's Daughter)", uma tradução da versão em inglês do tema "The Blower's Daughter", do cantor Damien Rice, estourou nas rádios.
Revelações e polêmicas
Aos dezasseis anos, Ana Carolina tomou a decisão de contar para a mãe que se sentia diferente das amigas, revelando que era bissexual. A condição da filha foi respeitada, ainda que mais tarde ela tenha enfrentado "cobranças".
“Fiz isso de supetão. Estávamos falando de um assunto qualquer e eu soltei a confissão, como se não fosse nada. Mãe, eu gosto de homens e de mulheres. Dá para a senhora me passar aquele negócio ali, por favor? (…) Tive de ser mais dura com a minha mãe, para reafirmar a minha condição. Mas aí ela aceitou de vez, e hoje nos damos bem.”
Em entrevista a Jô Soares (a 6 de Junho de 2008), disse: "homossexualidade, mediunidade e voz, todo mundo tem. Mas, só alguns desenvolvem.
"Dois Quartos"
A partir de Agosto de 2006, integrou o corpo de apresentadoras do programa Saia Justa, no canal GNT. A partir daí, lançou um novo álbum, o duplo "Dois Quartos". Assim como os antigos discos de vinil, o álbum tem dois lados. Lançado pela Sony, traz discos parecidos, mas com personalidades diferentes:
- O primeiro, "Quarto", traz faixas de trabalho e o pop tradicional da cantora, conhecido pelas rádios e pelos fãs;
- No segundo, "Quartinho", Ana ousa outras linguagens e novos formatos.
Neles, a cantora supera-se, em maturidade, criatividade e em ousadia, apresentando faixas como "Cantinho", numa letra cheia de desejos proibidos, e 'Eu Comi a Madonna", em que fala de mulheres provocantes. Outras músicas se destacaram, como "Rosas", "Carvão" - que foi incluída na trilha sonora da telenovela Paraíso Tropical (Rede Globo) - "Aqui", "Nada te Faltará", "Vai" (composta por Simone Saback), "Ruas de Outono" e "O Cristo de Madeira". O álbum rendeu a Ana Carolina o Prêmio Multishow 2007 na categoria Melhor Cantora.
"Multishow ao Vivo: Dois Quartos"
O sétimo álbum de Ana Carolina foi gravado nos dias 24 e 25 de Novembro de 2007, no Credicard Hall, em São Paulo. O show teve 20 canções, a maioria do sexto álbum: "Nada te faltará", "Rosas", "Tolerância" e "Ruas de Outono". Entre as surpresas, há a canção que fez para Mart'nália, "Cabide", e "Eu Que Não Sei Quase Nada do Mar" composta com Jorge Vercilo para Maria Bethânia. Teve ainda a regravação de "Três", sucesso de Marina Lima. O ponto alto do show fica por conta de "É Isso Aí", cantada e executada ao piano. "Multishow ao Vivo: Dois Quartos" venceu o Prêmio Multishow 2008 na categoria de Melhor Show e foi nomeado para melhor DVD de música no Prémio Multishow em 2009.
Em 2008, a cantora lançou a sua própria editora: Armazém.
John Legend
"N9ve"
"N9ve", foi lançado no dia 7 de Agosto de 2009. O álbum foi produzido em comemoração dos dez anos de carreira da cantora e trouxe novos estilos musicais como "Tango Eletrônico", Samba, Salsa e Bossa Nova. Contou ainda com participações especiais de Chiara Civello, Esperanza Spalding e John Legend, com quem dividiu o single #Entreolhares (The Way You’re Looking at Me", que chegou às rádios de todo o Brasil, no dia 29 de Julho.
“Não gosto de rótulos, de ficar parada numa estante. E é muito bom viver no Brasil por agregarmos a música do mundo todo e podermos criar algo novo a partir dessa grande mistura.”
"Perfil vol. 2"
Após a repercussão do disco de 2005, a Som Livre lançou, em 2010, o segundo volume de Perfil. Este segundo CD reúne 15 faixas de canções de sucesso na carreira de Ana Carolina. O álbum é definido como a continuação do anterior. Juntos, apresentam um resumo da carreira da cantora.
"Ensaio de cores"
"Ensaio de cores" foi uma tournée de Ana Carolina cujo projecto foi base para gravação do seu último CD e DVD de mesmo nome em 2012, com canções inéditas e algumas versões de canções próprias e de outros artistas. Os shows da tournée uniram música e arte através de exposições de pinturas da própria cantora. A música "Problemas", composta em parceria com Chiara Civello e Dudu Falcão, integrou a trilha sonora da novela "Fina Estampa" da Rede Globo. A música obteve um grande sucesso e conquista fãs a cada dia. Foi o primeiro single de "Ensaio de cores", cujo video clip foi lançado no dia 15 de Movembro. O DVD foi gravado no início de Setembro, no Citibank Hall, no Rio de Janeiro.
Tournée Sucessos, músicas inéditas e #AC
Após o final da tournée de "Ensaio de cores", Ana faz uma tourné intitulada "Sucessos", na qual canta as suas músicas mais conhecidas pelo público. Parte da tournée tem uma fase internacional, passando por cidades como Nova Iorque, Miami, Los Angeles, São Francisco, entre outras.
Em Dezembro de 2012, Ana Carolina tem a sua primeira experiência como realizadora de um video clip, dirigindo e contracenando na sua piscina o vídeo para a canção "Un sueño bajo el agua", primeira música inédita para o álbum "'#AC", previsto para junho de 2013, mas que, por questões editoriais, só foi lançado no mês seguinte.
A cantora também faz uma participação na música "Irrepetível", do álbum "La musica no se toca" de Alejandro Sanz, participando também do clip ao lado do cantor espanhol. No final de Abril de 2013, a canção inédita "Luz acesa" foi apresentada no Programa Encontro com Fátima Bernardes e incluída na trilha sonora da novela "Flor do Caribe", televisionada pela Rede Globo. Paralelamente, foi lançado na internet o video clip da canção inédita "Leveza de valsa". O video clip foi gravado nas ruas do Centro do Rio de Janeiro e foi a segunda experiência da cantora na direção de um video clip. Ambas estão incluídas em "#AC". A 15 de Maio de 2013, na sua página oficial no Facebook, a cantora confirmou que o álbum estava pronto, e que seu nome seria "#AC". No mesmo dia, foi anunciado um dueto entre Ana Carolina e Chico Buarque, na canção "Resposta da Rita". A notícia também foi divulgada pelo jornalista Ancelmo Gois. No mesmo dia, uma canção do mesmo álbum, intitulada "Combustível", foi tocada na rádio JB FM. A canção "Un sueño bajo el agua" estará também incluída no repertório, sendo integrada, pela primeira vez, num disco físico. A 16 de Maio, a cantora confirmou, no seu Facebook oficial, que a canção "Combustível" seria um dos singles do álbum.
A 18 de Maio, o jornalista Bruno Astuto confirmou a capa e o nome de mais algumas canções do álbum: "Pole Dance" e "Bang Bang 2". No mesmo dia, num show na Fundição Progresso, no Rio de Janeiro, a cantora divulgou a capa por via de uma projecção no cenário e confirmou que a canção "Combustível" estaria presente na trilha sonora da novela "Amor à Vida".
O nome das 11 faixas do álbum, bem como as suas durações, foi disponibilizado para pré-venda no programa iTunes em 21 de Maio de 2013. A versão física do CD foi lançada na primeira semana de Julho de 2013, e ainda conta com a faixa "Libido".
O álbum foi lançado no começo de Julho de 2013, atrasado devido a questões editoriais relativas à faixa "Libido". O disco difere dos demais da cantora por ter arranjos virados para a música eletrónica, com toques de dance music.
No final de Agosto de 2013, Ana ganhou três prêmios na segunda edição dos Prémios Contigo! MPB FM de Música. A cantora ganhou os prémios nas categorias "Melhor cantora", "Melhor música" (por "Combustível", juntamente com Edu Krieger), e "Melhor álbum Pop" por "#AC".
Em Novembro de 2013, a gravadora da cantora confirmou que a tournée que promoveria "#AC" teráia a sua estreia prevista para Janeiro de 2014. A nova tournée, intitulada "#AC - O Show", estreou em São Paulo, no dia 31 de Janeiro de 2014. A tournée teria outro show na mesma cidade, além de dois shows no Rio de Janeiro, além de shows internacionais em Portugal e Angola. Novas datas ainda seriam, posteriormente, confirmadas pela cantora e sua equipa.
A actriz e comediante Letícia Lima, ex "Porta Dos Fundos", é apontada como namorada da mineira, mas sem o assumir publicamente.
No final de Setembro de 2014, a cantora recebe uma nomeação pelo seu disco "#AC" nos Grammys Latinos, na categoria Melhor Álbum de Pop Contemporâneo Brasileiro, após 7 anos sem receber nenhuma nomeação (a última tina sido "Rosas", em 2007, por Melhor Canção Brasileira).
O DVD da tournée "#AC - O Show" foi gravado na cidade de São Paulo a 25 de Outubro de 2014. No início de Fevereiro de 2015, a cantora confirmou o lançamento do seu DVD e do CD ao vivo "#AC ao vivo", em Março do mesmo ano. O novo projecto será lançado em três edições: disco duplo, disco único e DVD.
Novos projectos
A 28 de Fevereiro de 2015, a cantora participou num show comemorativo que celebrou o aniversário de 450 anos da cidade do Rio de Janeiro, no qual cantou "Partido alto" (de autoria de Chico Buarque). Nesse mesmo mês, Ana Carolina e o cantor Roberto Carlos pediram a retirada das suas músicas dos sites de cifras na internet.
Tentando ser mãe desde 2012, Ana Carolina revelou numa entrevista que, recentemente, congelou os seus óvulos: "Congelei meus óvulos. Se vão virar bebê, já é outra história. Não quero deixar o tempo passar e perder a oportunidade, mas também não estou ansiosa, não vou ser uma mulher infeliz se não for mãe em breve.".
Nos dias 4 e 13 de Junho, a cantora participou dos eventos "Festival de Inverno de Pedro II" e "Festival BB Seguridade de Blues e Jazz".
No seu aniversário de 41 anos, o fã clube da cantora - Efeito AC - registrou a estrela de coordenadas RA 13h47m02.16 -17°49'37.4'' dec 8.34 mag em seu nome.
Em Outubro de 2015, a cantora confirmou estar trabalhando num projeto novo, que pretende lançar em 2016. A 26 de Outubro de 2015, a cantora confirmou no seu Facebook o lançamento de um novo show, em Novembro do mesmo ano, intitulado "Solo", onde cantará músicas da sua autoria, de outros cantores de renome, além de inéditas, unicamente acompanhada pelo seu violão.
No final de 2015, a cantora participa de um projecto com a marca de analgésicos Dorflex e lança quatro músicas inéditas ("Descomplicar", "Outras Paisagens", "Quer Saber" e "Ao Redor de Nós"), com o intuito de aliviar dores de cabeça.
A 13 de Fevereiro de 2016, a cantora confirmou que voltará em tournée com o cantor Seu Jorge para comemorar os dez anos do sucesso do projecto original. A tournée contará com shows em 13 cidades pelo país, entre Abril e Maio do corrente ano. Além disso, uma nova música do duo, "Mais uma vez (Nós dois)", será lançada, no dia 15 de Fevereiro.
Durante 2016, uma música inédita da cantora, "Se Manca", foi incluída na trilha sonora da telenovela brasileira "Êta Mundo Bom!".
Ana Carolina sempre esteve presente em trilhas sonoras de novelas:
Garganta – Andando nas nuvens
Nada pra mim – Malhação (7ª temporada)
Tô saindo – Vila Madalena
Quem de nós dois – Um anjo caiu do céu
Ela é bamba – As filhas da mãe
Confesso – Coração de estudante
Encostar na tua – Celebridade
Vox populi – Seus olhos
Uma louca tempestade – Senhora do destino
Nua – Como uma onda
Pra rua me levar – América
Carvão – Paraíso tropical
Aqui – Desejo proibido
Sinais de Fogo (com Seu Jorge) - Chamas da Vida
Um dia de domingo (com Celso Fonseca) – Caras & Bocas
10 minutos – Tempos modernos
Resta (com Chiara Civello) – Passione
Mais que a mim (com Maria Gadú) – Araguaia
Problemas – Fina Estampa
Simplesmente Aconteceu - Guerra dos Sexos
The very thought of you (com Tony Bennett) - Salve Jorge
Luz acesa - Flor do Caribe
Combustível - Amor à Vida
Eu sei que vou te amar - Em Família (abertura)
Esperta - Babilônia
Coisas - I love Paraisópolis
Coração selvagem - A Regra do Jogo
Se Manca - Êta Mundo Bom!
Algumas músicas da cantora também estiveram presentes em trilhas sonoras de filmes brasileiros. "Grito sozinha" foi tema do filme "Condenado à Liberdad"e, de 2000. Em 2001, "Velas e vento" fez parte da trilha sonora do filme "Amores possíveis", parceria de Ana Carolina com João Nabuco. No mesmo ano, teve a música "Nada pra mim" no filme "Minha vida em suas mãos". Já em 2009, a música "Tudo bem", original de Lulu Santos, encerrou o filme "Divã", estrelado por Lília Cabral. A trilha sonora do filme "Meu País", de 2011, conta com a música "Leveza de valsa", parceria da cantora com Guinga. Também interpreta "Filosofia de Vida", de Martinho da Vila, no documentário "Martinho da Vila: Filosofia de Vida" (de Edu Mansur, 2010).
Regravações de canções
Adriane Garcia – Quem De Nós Dois - (Gianluca Grignani e Massimo Luca / Vers.: Ana Carolina e Dudu Falcão)
Alex Cohen – Quem De Nós Dois - (Gianluca Grignani e Massimo Luca / Vers.: Ana Carolina e Dudu Falcão)
Antônio Villeroy - Que Se Danem Os Nós - (Ana Carolina e Totonho Villeroy)
Belo - Para Rua me Levar - (Ana Carolina e Anthônio Villeroy) Vers.: Ana e Jorge
Chico César - Mais Que Isso (Ana Carolina e Chico César)
Elder Costa - Escolher - (Ana Carolina)
Elder Costa - Saudade de Nada - (Ana Carolina e Elder Costa)
Elder Costa- Fotografia - (Ana Carolina e Elder Costa)
Fábio Junior – Quem De Nós Dois – (Gianluca Grignani e Massimo Luca / Vers.: Ana Carolina e Dudu Falcão)
Gal Costa – Ruas de Outono (Ana Carolina e Totonho Villeroy)
Jane Duboc - Amanhecer em Julho - (Ana Carolina e Chacall)